Search

Compra de votos ou coincidências? - Onda vermelha - Bloco de esquerda e partidos de centro se fortalecem no Congresso - Lula, o preconceito dos poderosos e o complexo de "vira-latas" -Eleição termina em pancadaria em Fruta de Leite - Marina,... você se pintou? Câmara Municipal de Buritizeiro cassa mandato do Padre Salvador - Repercute suspeita de caixa 2 na campanha de Hélio Costa - Lula diz que imprensa brasileira gosta de publicar "notícia ruim" sobre o país - Bicheiro confessa que doou R$ 250 mil para o caixa 2 de Tadeu Leite - Diante das denuncias de corrupção e fantasmas na Prefeitura de Montes Claros, o jornalista Pedro Ricardo pergunta: Cadê o Ministério Púbico? - PT dá o troco no PMDB e abandona Hélio Costa - Caixa 2 pode inviabilizar campanha de Hélio Costa - Dilma dispara e abre 20 pontos - A nova derrota da grande mídia

17 de mar de 2007

Lágrimas de crocodilo - Collor discursa, agradece e chora

O senador Fernando Collor estreou da tribuna. Em muita coisa continua o mesmo, mas em outras dá demonstrações de que a idade lhe parece ter feito bem.
No primeiro pronunciamento, Collor seguiu o script: Reclamou inocência do processo que lhe custou o mandato de presidente da República, cerca de 13 anos atrás, apontou o dedo em vários dos que o teriam perseguido politicamente, reconheceu alguns erros e agradeceu uns poucos amigos fiéis que o acompanharam até o fim do calvário político.
O discurso foi daqueles que paralisa o plenário, espaço sempre marcado pela movimentação e o desprezo com quem ocupa a tribuna. Mesmo assim, não trouxe novidade e nem tende a mudar o rumo da história.
Collor, além disso, chorou ao final do pronunciamento. Talvez, arrependido dos erros que o fizeram criar o cenário que queriam os inimigos para vê-lo longe do Palácio do Planalto. Mesmo que perto da Dinda.
A cassação do então farsante foi merecida. Durante a campanha espalhou boatos de que Lula tomaria o dinheiro do povo. Meses depois, ao assumir, bloqueou o dinheiro do povo, atitude que maldosamente havia atribuído a Lula.
Collor, além de farsante era um babaca. Agia como se fosse o presidente de uma superpotência, gostava de se exibir, gostava de transparecer que era um grande personagem. A história logo provou que era uma farsa. Nada mais idiota do que as caminhadas que fazia ou as ridículas cenas de supostas brigas conjugais com a esposa, estrategicamente expostas ao público.

Nenhum comentário: