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17 de nov de 2006

Voto de cabresto

A próxima edição de CartaCapital traz uma longa entrevista do antropólogo Otávio Velho, notável pensador do Brasil atual. Diz ele que já não é o caso de se falar em grotões, a era dos senhores de engenho e dos coronéis acabou. Se bem entendo, a era do voto de cabresto nas regiões tidas como mais medievais. Acrescento, porém, que a prática transferiu-se do norte para o sul, de forma clamorosa em São Paulo, estado e capital. Outrora, os senhores lotavam de peões a boléia de um caminhão e os remetiam para as urnas com cédulas prontas nas mãos. Calejadas.

Hoje, a mídia põe o voto nas mãos bem tratadas dos privilegiados e dos aspirantes ao privilégio. Põe o relacionamento entre o fígado e a alma e as palavras na boca. Põe a alienação, o corporativismo fascistóide, o ódio de classe, o racismo, o golpismo, e todas suas senhas e frases feitas. Voto de cabresto classe A e B um.





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