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14 de fev de 2007

Lenda portuguesa




Satélite põe mamas ao léu.
Mamografia via satélite

Você está em casa e recebe telefonema de uma doutora dizendo que haverá um exame de mamografia por raio laser via satélite. As mulheres devem ir até um local visível onde o satélite possa captá-las. Para que o satélite possa fazer as imagens, as mulheres devem tirar a blusa e o sutiã.
Isso aconteceu em Portugal em junho de 2001, se repetiu em junho de 2002 e pegou muitas mulheres que se dispuseram a realizar o exame.
Tudo não passou de uma "pegadinha" aplicada não por um gajo disposto a ver as mamas portuguesas, mas por uma mulher que se passava por uma médica.
Segundo o Correio da Manhã, as mulheres recebiam, por telefone, as instruções da doutora que parecia vê-las através do satélite enquanto realizavam o "exame".
"Que tarde inesquecível!" teria dito a doutora a uma das "pacientes".
Não é a primeira vez que o tal exame se realiza na terrinha. O satélite "já esteve apontado na direcção de Loures" em junho de 2001, segundo o jornal.
Tão divertida quanto a notícia do jornal são os comentários dos leitores, alguns brasileiros. Leia
aqui

Um comentário:

Rudá Ricci disse...

Caro Luis Carlos,
Pelo que percebi, a notícia que estava no seu blog foi retirada. Agradeço. Minha equipe de comunicação rastreia diariamente todas notícias que envolvem o Instituto Cultiva e meu nome. Como nos expomos muito, isto se faz necessário.
Vou responder ao seu pedido, de detalhar por escrito o que lhe disse ao telefone:
a) o Instituto Cultiva (www.cultiva.org.br ) é uma ong e trabalha exclusivamente com gestão participativa e controle social;
b) não temos nenhum contrato com o governo Aécio. Temos contratos com o governo federal, mais especificamente, com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (somos responsáveis pela elaboração da política de extensão rural para reforma agrária e elaboração de indicadores de avaliação de resultados do ministério) e inúmeros governos municipais, de diversos partidos. Também temos contratos internacionais;
c) todos nossos contratos possuem relatórios disponíveis no nosso site;
d) os valores do contrato são públicos e é normal entregarmos toda documentação ao Ministério Público local;
e) temos uma equipe de advogados que acompanha e assessora todos contratos e temos algo além da notória especialização: temos a singularidade jurídica, ou seja, nossas metodologias são patenteadas;
f) nossa equipe é composta por advogados, arquitetos, urbanistas, pedagogos, jornalistas, sociólogos, assistentes sociais, economistas e se espalha pelo país;
g) nossa sede, em BH, sedia, também, a UNIONE, coalizão de centro-esquerda que governa a Itália (sou vice coordenador da Unione em MG). Somos membros da Associação Mundial de Educadores Sociais, do Observatório Internacional da Democracia Participativa (união européia) e somos da executiva nacional do Fórum Brasil do Orçamento (www.forumfbo.org.br , que acompanha todo orçamento federal);
h) em Montes Claros, estamos envolvidos nos seguintes projetos: descentralização administrativa e implantação das UAIs, reforma administrativa, implantação do orçamento participativo criança em todas escolas municipais, implantação do orçamento participativo que teve início na segunda-feira desta semana, revisão do plano diretor, criação da casa da cidadania e escola da cidadania (serão inauguradas em março), todo plano de comunicação social do governo com residências. Neste último ponto, estamos preparando as equipes das UAIs para visitarem diariamente residência por residência de MOC. Cada UAI terá uma equipe de 3 técnicos que visitarão 3 quarteirões dia-técnico. Adotamos a experiência do Japão, que conhecemos bem, onde um técnico acompanha e visita periodicamente 150 lares e se torna conhecido, além de ser o eixo do diagnóstico intersetorial da localidade.

Finalmente, abrimos financiamentos internacionais para MOC. Ontem, recebemos ligação da Itália informando que financiarão vários projetos que acabo de citar. Também abrimos contato com a Rede URB-AL, da União Européia e a Índia. No final de março, MOC receberá a visita de Yves Cabannes, principal assessor da rede URB-AL.
Nossa equipe não brinca em serviço e vamos ajudar a executar todas as promessas de campanha do prefeito Athos. Como somos democratas, acreditamos que estaremos ajudando a oposição ao prefeito a elevar seu discurso e proposição. Não dará mais para ficar com velhos discursos e práticas. MOC está começando a mudar e entra no mapa político nacional da democracia participativa. Inclusive, conversei com o jurista Fábio Konder Comparato (USP, do Conselho Nacional da República) e com Chico Whitaker (da Comissão Justiça e Paz e coordenador mundial do Fórum Social Mundial). Ambos são meus conhecidos e amigos e logo estarão em MOC.
Qualquer dúvida, basta ligar para o escritório do Instituto Cultiva: (31) 3344-4936.
Se possível, publique no seu site essas explicações. Acho que devo estas informações aos leitores, já que recebo com dinheiro dos impostos pagos por vocês. Eu, pessoalmente, presto consultorias à Receita Federal e, por coerência, devo estas explicações.
Atenciosamente,
Rudá Ricci
Coordenador Geral do Instituto Cultiva