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22 de fev de 2007

Estudo afirma que Brasil restringe jornalismo

De acordo com estudo divulgado pela Agência Efe, Brasil, Cuba, México, Venezuela, Bolívia e Chile são considerados os piores países da América Latina para jornalistas em 2006.
O Brasil está em quinto lugar no ranking, e é descrito como uma área onde existem 'leis-mordaça', que controlam o exercício jornalístico com ameaças de prisão. O estudo foi elaborado pela ONG Cadal (Centro para Abertura e Desenvolvimento da América Latina) no relatório 'Indicadores de Jornalismo e Democracia em Nível Local na América Latina', divulgado no dia 7.O relatório lembra que, no último ano, o Iraque foi a única região do mundo que superou a América Latina em assassinatos de jornalistas. Em termos de repórteres presos, apenas a China consegue ter um número maior do que a região. A Venezuela e Bolívia são consideradas países em que o Estado usa a imprensa para ampliar seu poder político.

O estudo diz que o pior país para profissionais da imprensa é Cuba, com uma grande presença do Estado, forte restrição da mídia e sérias dificuldades para a entrada e trabalho de correspondentes. O relatório lembra que existe uma demora de 21 dias para o fornecimento do visto e que o jornalista é obrigado a submeter a entrevista que quiser fazer à supervisão das autoridades cubanas.
A Argentina foi considerada o país menos restritivo para o trabalho jornalístico, apesar de ter critérios políticos para a publicidade governamental, licenças de rádio e TV. O país possui um sistema para que jornalistas apresentem suas queixas por telefone.
Fonte: Coletiva net

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