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10 de dez de 2006

Patrus Ananias 2010


O norte-mineiro Patrus Ananias é o nome mais cogitado no PT, para disputar a Presidência da República, em 2010. Os paulistas ainda não digeriram esta idéia, mas eles não têm nenhum nome com o perfil do bocaiuvense e ex-prefeito de BH.


Ministro Patrus Ananias
Natural de Bocaiúva (MG), Patrus Ananias de Sousa tem 54 anos, é advogado, casado e tem dois filhos. Formado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, especializou-se em Poder Legislativo pela Pontifícia Universidade Católica (MG), onde também se tornou mestre em Direito Processual. É doutourando em Filosofia pela Universidad Complutense de Madrid e professor licenciado da PUC-MG, onde leciona Direito e Legislação Social e Introdução ao Direito. Funcionário concursado e licenciado da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, Patrus Ananias é membro da Academia Mineira de Letras desde 1996.
Na década de 70, já morando em Belo Horizonte, participou das lutas democráticas e sociais que resultaram na formação do Partido dos Trabalhadores, do qual é fundador. Como advogado, atuou principalmente nas áreas de Direito do Trabalho e Direito Previdenciário. De 1979 a 1983, defendeu categorias como jornalistas, assistentes sociais, professores e engenheiros. Também assessorou associações comunitárias, pastorais e movimentos sociais.
Começou a carreira política em 1989, como vereador, em Belo Horizonte. Relator da Lei Orgânica do Município, foi também presidente da Comissão de Legislação e Justiça da Câmara Municipal e se destacou em debates sobre Legislação e Autonomia Municipal. Eleito prefeito da capital mineira (1993-1996), implantou o Orçamento Participativo e foi pioneiro na implantação de políticas de combate à fome e desnutrição. Criou o restaurante popular, ampliou a merenda escolar e criou os programas “Safra” e “Direto da Roça”, destinados a reduzir a ação de atravessadores e especuladores dos produtos agrícolas.
Integrante da equipe que elaborou o programa de governo do PT nas eleições presidenciais de 2002, foi eleito deputado federal com a maior votação da história de Minas Gerais: 520.048 votos. Em 2004, licenciou-se da Câmara dos Deputados, atendendo à convocação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser o titular do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, criado em janeiro de 2004.

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