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12 de mai de 2007

Revoltados com o governo, policiais doaram sangue no Hemominas; categoria prepara “panelaço” no Palácio da Liberdade

Durante toda a manifestação do “Apagão da Segurança Pública” na última quinta-feira, policiais da capital e interior de Minas Gerais doaram sangue no Hemominas e demais bancos de sangue de Belo Horizonte e interior, ajudando a elevar o estoque de sangue do Estado. Segundo levantamento da direção do Gabinete Integrado das Entidades de Classe das Forças de Segurança de Minas Gerais (Giforseg/MG), o número de doações no Hemominas chegou a 880 militares/doadores, enquanto o fluxo diário não registra 200 doações.
(foto: Oliveira Júnior/Janaúba-MG)
De acordo com o Giforseg, na capital e várias cidades do interior, entre elas Juiz de Fora, Uberlândia, Governador Valadares, Abaeté, Montes Claros, Carlos Chagas, Muriaé, Passos e Ipatinga policiais aderiram ao “Apagão da Segurança Pública”, em protesto ao descaso do governo mineiro em relação ao aumento salarial da categoria. Em Belo Horizonte, batalhões da Polícia Militar também aderiram à paralisação.
Todas as seis entidades (Acemg, Aspra PM/BM, AOPMBM, CSCS/PMBM, Sindepo-MG, Sindpol/MG) permanecem integradas ao Gabinete e participaram da manifestação, demonstrando a união e força da categoria.
A Polícia Civil completou ontem, sexta-feira, o décimo dia de greve, com apoio institucional da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Os serviços essenciais continuam funcionando com 30% da escala mínima, conforme a CARTILHA DA GREVE.
Para a próxima quarta-feira, 16 de maio, às 15h, está previsto a realização do “panelaço”, na porta do Palácio da Liberdade, manifestação organizada pelas esposas e os aposentados das Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, em apoio ao movimento grevista das polícias.

Manifesto dos policias civis de Montes Claros
Repudiamos veementemente a política adotada pelo governo de Minas Gerais, concernente ao funcionalismo público, sobretudo, a respeito dos servidores da Polícia Civil. Antes mesmo deste governo se instalar no “palácio da liberdade” já temíamos a ideologia neoliberal defendida pelo seu partido, contudo, extrapolou sobremaneira todos os parâmetros da referida ideologia, não só aplicou, mas, continua aplicando a política do estado mínimo. Leia o manifesto completo AQUI

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