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6 de mai de 2007

Era o que faltava. Depois de Unger, que virou "ministro" depois que chamou o presidente de corrupto, Lula pisa na bola de novo e quer Aécio presidente

Presidente pede a dirigentes peemedebistas que tentem convencer o governador de Minas Gerais a trocar o PSDB pelo PMDB
Lula desencadeou uma inusitada articulação política. Pediu a dirigentes peemedebistas que tentem convencer o governador de Minas Gerais, Aécio Cunha, a trocar o PSDB pelo PMDB. Tratou do assunto em três oportunidades. Em todas elas insinuou que Aécio pode ser o candidato do consórcio governista à sucessão presidencial de 2010.
Impedido de disputar um terceiro mandato consecutivo, Lula move-se para erigir um palanque no qual possa pisar como “eleitor”. Acha que não será um “eleitor” qualquer. Faz uma aposta: “Se o PAC der certo, o próximo presidente sairá da coalizão”, disse a um dos peemedebistas com os quais conversou.
Lula se diz “impressionado” com a “unidade” obtida pelo PMDB, conhecido pela conformação fragmentária. Afirma que o partido “jogará um papel central” em 2010. E estimula os dirigentes peemedebistas a “arranjar um candidato” ao Planalto. Cobre Aécio de elogios: “bom gestor”, “político hábil”, “popular em Minas”, o segundo maior colégio eleitoral do país.
O flerte com Aécio faz de Lula um presidente a procura de um sucessor. A julgar pelo que diz em privado, Aécio não é sua única aposta. Menciona pelo menos outras três opções: o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), a ministra petista Dilma Rousseff (Casa Civil) e o governador baiano Jaques Wagner, também do PT. Menciona também, num plano inferior, o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB).
Entre todos, os que reúnem maiores chances de êxito, na opinião de Lula, são Aécio e Ciro. Nos diálogos que manteve com os dirigentes do PMDB, o presidente deu a entender que, entre os dois, Aécio leva vantagem sobre Ciro.

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