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21 de jul de 2009

Rei do Populismo fecha as portas da “casa do povo”

No primeiro dia do ano de 2009, ao tomar posse, o ficha suja prefeito Tadeu disse que em definitivo “abriria as portas da casa do povo”, em discurso populista. Sua maneira arcaica de fazer política, ainda consegue enganar grande parte da população, que ainda não conseguiu a oportunidade de ser administrada por dois mandatos seguidos, por alguém que tenha compromisso. Mais um exemplo da “palhaçada” que virou Montes Claros e sua forma antiga de administração, é uma resolução surgida no site da prefeitura, com requintes de vislumbrar a cidade como uma digna capital de interior: a partir de agora “a casa do povo” vai estar fechada pela manhã, e quem quiser, e puder, arrume licença no trabalho, para resolver suas questões apenas na parte da tarde. A questão é simples: muitos parentes de Tadeu Leite e de seus aliados não gostaram da notícia, de que precisariam trabalhar oito horas por dia. Então, quem precisa receber e atuar “os pedidos do povo”, como disse Tadeu também em seu discurso de posse, trabalha só a tarde.
Os Panchos, os Maias, os Ferros, os Cunhas, os Lopes... da vida, que fingem trabalhar, e fingem articular alguma coisa.
Ao povo, o que esperar de Tadeu: que se danem.
Meu caro Benedito Said, um esclarecimento pode ser maior ou menor? Pode ser enorme? Claro que não né professor Magnus Medeiros.
Sendo assim, a forma adequada é “Contamos com a colaborãção de todos e nos colocamos à disposição para mais esclarecimentos”. E não para "maiores esclarecimentos".
Esta é mais uma xuxada da Ascom que deixou de ser Secom (graças a maioria subserviente dos jornalistas), mas continua assinando seus "releases" como Secom e assassinando a nossa língua portuguesa.

Um comentário:

Anônimo disse...

O português é de "povão" mesmo, até por que eu não quero saber "dos maiores esclarecimentos", mas sim dos "menores" esclarescimentos! Por exemplo: Qual a posição da Justiça e Ministério Público em relação a falta do Prédio do CESUm, que era para ser construído e não foi?