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3 de set de 2008

Candidato de Paulo Guedes em Januária perde antes da hora

A corte do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais(foto), reunida no início da noite de ontem, decidiu, por cinco votos a zero, que o candidato a prefeito de Januária Silvio Aguiar não pode concorrer às eleições deste ano devido ser ele concessionário de serviço público e não ter se descompatibilizado no prazo legal. O prefeito Sílvio é o candidato do deputado Paulo Guedes, do "PT".
O candidato do Partido dos Trabalhadores em Januária é o bancário Manoel Jorge, da Coligação Januária é Possível.
Por Fábio Oliva
Januária já perdeu cerca de três décadas de desenvolvimento. O município de 64.983 habitantes e 6.691 Km2 já foi o maior de Minas Gerais em extensão territorial e a segunda maior economia da região norte do Estado. Os moradores ainda se lembram do tempo em que Januária tinha prestígio com os governadores de Estado e era respeitada pela pujança de sua economia, liderada por um rebanho bovino que se aproximava das 80 mil cabeças e pela produção de cachaça que era reconhecida como a melhor do Brasil. Sucessivas administrações desastrosas, entretanto, deixaram à mostra o quanto a corrupção pode atrasar o desenvolvimento econômico e social de um município, mergulhando-o por décadas em caos administrativo e financeiro. Aos poucos Januária foi perdendo prestígio, involuiu e atualmente é conhecido como um dos mais corruptos do país. O estrago provocado pela corrupção no município se reflete em seu baixo índice de desenvolvimento humano (0,699). Esse índice contrasta com o fato de Januária ser o segundo município do norte de Minas que mais recebe verbas públicas federais. (...)
Analistas políticos e empresários respeitados não hesitam em dizer que o prefeito tem conseguido fazer prevalecer uma situação que se repete em Januária há pelo menos três décadas: cada prefeito que entra, consegue ser pior do que o que sai ou é tirado do cargo. (...)
As maiores críticas que o comerciante ouve são em relação ao time escalado pelo prefeito para assessorá-lo. (...) A maioria das contratações atendeu a critérios políticos, demonstrando que Sílvio Aguiar não poupou os cofres públicos ao fazer uso eleitoral da máquina administrativa.
Fonte Aqui

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