Search

Compra de votos ou coincidências? - Onda vermelha - Bloco de esquerda e partidos de centro se fortalecem no Congresso - Lula, o preconceito dos poderosos e o complexo de "vira-latas" -Eleição termina em pancadaria em Fruta de Leite - Marina,... você se pintou? Câmara Municipal de Buritizeiro cassa mandato do Padre Salvador - Repercute suspeita de caixa 2 na campanha de Hélio Costa - Lula diz que imprensa brasileira gosta de publicar "notícia ruim" sobre o país - Bicheiro confessa que doou R$ 250 mil para o caixa 2 de Tadeu Leite - Diante das denuncias de corrupção e fantasmas na Prefeitura de Montes Claros, o jornalista Pedro Ricardo pergunta: Cadê o Ministério Púbico? - PT dá o troco no PMDB e abandona Hélio Costa - Caixa 2 pode inviabilizar campanha de Hélio Costa - Dilma dispara e abre 20 pontos - A nova derrota da grande mídia

27 de mar de 2008

CAI A MÁSCARA DO “CHOQUE DE GESTÃO” DE AÉCIO NEVES

Tem cheiro estranho no ar.
De acordo com o BC, a dívida pública do governo mineiro cresceu 40,23% nos 4 anos passados, o maior aumento entre os estados brasileiros. De R$ 32,661 bilhões em 2002 a dívida passou para 46,082 bilhões em 2006. Também a fama de outros governantes do PSDB, partido que implementou o “choque de gestão”, começa a ruir. Segundo o jornal O Tempo do último dia 4, o grande aumento da dívida de Minas só foi menor que o aumento da dívida da Prefeitura de São Paulo no curto mandato de José Serra, que cresceu 48,19%. O governo de Geraldo Alkimin também foi de endividamento: ele assumiu com uma dívida de R$ 104 bilhões e deixou para o sucessor R$ 129 bilhões. Já a Prefeitura de BH deu exemplo de boa administração com a redução de sua dívida pública de R$ 604,6 milhões para R$ 505,9 milhões, o melhor resultado entre todas as prefeituras do Sudeste.
A conta
Segundo o presidente do Sindifisco (Sindicato dos Fiscais e Agentes Fiscais de Tributos de Minas Gerais), Lindolfo Fernandes de Castro, apesar do governo de Minas ter congelado os salários e retirado benefícios dos servidores, bater recordes na arrecadação de taxas e impostos e cortar investimentos sociais para o pagamento de 13% ao ano de juros da dívida pública, os custos desta mesma dívida só vêm crescendo. Para Lindolfo, este crescimento é resultado do “choque de gestão”, que significa um ajuste fiscal e social muito rigoroso. Ele acrescenta que a política de arrocho atende também as empresas financiadoras da campanha eleitoral de Aécio Neves, com isenções de impostos e incentivos fiscais. Lindolfo revela que antes de Aécio assumir o primeiro mandato, os gastos com saúde, segurança e educação representavam 70% da receitalíquida do estado. Em 2005, estes mesmos gastos foram reduzidos para 40%. “Essa realidade não aparece na mídia mineira. O governador utiliza verbas publicitárias como moeda de troca para a imprensa não falar mal de sua gestão”, critica.
Leia + AQUI

Um comentário:

Guina disse...

Ôpa! Uma notícia como esta precisa ser espalhada urgente.
Mostra o quanto a oposição é boa de conversa e péssima pra administrar o dinheiro público.
Vou republicar lá no Tribuna Petista.
Um abraço,