Search

Compra de votos ou coincidências? - Onda vermelha - Bloco de esquerda e partidos de centro se fortalecem no Congresso - Lula, o preconceito dos poderosos e o complexo de "vira-latas" -Eleição termina em pancadaria em Fruta de Leite - Marina,... você se pintou? Câmara Municipal de Buritizeiro cassa mandato do Padre Salvador - Repercute suspeita de caixa 2 na campanha de Hélio Costa - Lula diz que imprensa brasileira gosta de publicar "notícia ruim" sobre o país - Bicheiro confessa que doou R$ 250 mil para o caixa 2 de Tadeu Leite - Diante das denuncias de corrupção e fantasmas na Prefeitura de Montes Claros, o jornalista Pedro Ricardo pergunta: Cadê o Ministério Púbico? - PT dá o troco no PMDB e abandona Hélio Costa - Caixa 2 pode inviabilizar campanha de Hélio Costa - Dilma dispara e abre 20 pontos - A nova derrota da grande mídia

1 de out de 2007

MENSALÃO TUCANO alcançou juiz do TRE

Polícia Federal diz que Rogério Tolentino, juiz eleitoral e advogado de Marcos Valério, recebeu dinheiro do valerioduto
Rogério Lanza Tolentino, advogado do publicitário Marcos Valério, foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais e recebeu dinheiro do valerioduto do PSDB mineiro durante a campanha de 1998, quando o então governador Eduardo Azeredo (PSDB) tentou, sem êxito, a reeleição. A informação está publicada em reportagem neste domingo pela Folha de S. Paulo.

Segundo relatório da Polícia Federal, no inquérito do valerioduto do PSDB mineiro, entre agosto e outubro de 1998, foram feitos cinco pagamentos no total de R$ 302.350 ao juiz e a sua mulher, Vera Maria Soares Tolentino. Para a PF, seriam "recursos de estatais desviados para o caixa de coordenação financeira da campanha".

Réu do mensalão do PT pelos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, Tolentino foi juiz eleitoral no biênio 1998/2000, indicado para vaga de advogado em lista tríplice e nomeado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em 20 de julho de 1998.

Outro lado

O advogado Rogério Lanza Tolentino diz que todos os pagamentos da SMPB Publicidade no período em que foi juiz eleitoral "foram por prestação de serviços" e nega ter favorecido.

Um comentário:

Anônimo disse...

TRABALHADORES DENUNCIAM PRESIDENTE DA PREVMOC POR PERSEGUIÇÃO



O Presidente do Instituto Municipal de Previdência dos Servidores Públicos de Montes Claros – PREVMOC, Alfredo Ramos Neto vêm perseguindo trabalhadores da Coteminas que tentam compor uma chapa para concorrer às eleições do Sindicato dos Tecelões de Montes Claros.

Em nota distribuída à imprensa, os funcionários, que foram reintegrados ao trabalho após decisão judicial que obrigou a empresa a anular a demissão, alegam que Alfredo Ramos Neto, em horário de expediente no PREVMOC, “utiliza veículo do instituto para tarefas que têm como principal objetivo auxiliar os atuais diretores do sindicato a fraudarem o processo eleitoral que vai escolher a nova diretoria do Sindicato”.

As últimas eleições realizadas pelo sindicato foram anuladas pela justiça do trabalho, que encontrou diversas irregularidades no processo, que possibilitariam a permanência dos atuais diretores, além de garantir que as ações do sindicato dos trabalhadores representem os interesses das empresas.

O Tribunal Regional do Trabalho – TRT determinou a realização de nova assembléia, para a composição de uma junta governativa que dirija as novas eleições, além de garantir a o direito ao voto a todos os trabalhadores sindicalizados.

“É neste sentido que Alfredo Ramos, aliado ao presidente Vicente Rodrigues, vem atuando junto ao sindicato, manobrando para dar respaldo às fraudes cometidas, como por exemplo, a demissão dos funcionários que se inscreveram para a eleição, ou mesmo a convocação de ex-funcionários da Paculdino com a promessa de que a assembléia seria para deliberar sobre os direitos trabalhistas, a que têm direito e que até hoje não receberam”, disse Lorival Ribeiro, que assina a nota em nome dos trabalhadores.

O Vereador Lipa Xavier, em entrevista ao jornal O Norte defendeu que a Câmara Municipal apure as denúncias, pois “a denúncia de que um servidor público deixa o posto de trabalho para agir como advogado, utilizando meios do poder público é bastante grave. A questão da perseguição sofrida pelos funcionários da Coteminas (...) passa a ser um assunto que merece maior participação do Legislativo.”

“Denúncias de que Alfredo Ramos estaria fazendo promoção pessoal através da impressão de uma mensagem de boa sorte em todos os contracheques dos servidores da PREVMOC, além de mensagem por ele assinada em panfleto distribuído pelo instituto e pago com dinheiro público, reforçam a necessidade de uma apuração mais detalhada”, conclui Lipa Xavier.