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26 de dez de 2007

O VALE DO JEQUITINHONHA VOLTA A SORRIR

O Vale do Jequitinhonha até a pouco tempo, era sinônimo de miséria, migração, fome e abandono. Mas estas são questões antes da era Lula, pois pobreza e miséria na região vêm virando coisas do passado. Hoje, O Jequitinhonha é marcado pela forte presença da pequena agricultura familiar, graças ao Pronaf e o Bolsa Família.
As viúvas da seca praticamente inexistem, quando o trabalho de plantação de cana-de-açúcar no interior de São Paulo arrebanhava muitos desses trabalhadores, que no período da seca, ausentavam-se de suas casas, deixando a família alimentada pela esperança do seu retorno.

O Vale do Jequitinhonha pode ser dividido em três sub-regiões: Alto, Médio e Baixo Vales.

A sub-região Alto Jequitinhonha tem características ambientais, históricas e fundiárias distintas do Médio Jequitinhonha, que era coberto por floresta, com vales abertos e de suave ondulação, ocupados por grandes fazendas de criação. No alto Jequitinhonha, no cerrado e outras vegetações de transição, encontram-se grandes planaltos formados por terras planas, as chapadas, que são entremeadas por vales profundos e estreitos, as grotas, que possuem terras férteis e água.
Há muita riqueza no Vale do Jequitinhonha. Seja a riqueza escondida no solo na forma de ouro, diamante e pedras preciosas. Seja, sobretudo, a riqueza cultural do povo do Vale.
O Jequitinhonha tem música e poesia, cantadas por Rubinho do Vale, Saulo Laranjeira, Pereira da Viola, Paulinho Pedra Azul e o Coral Trovadores do Vale. O Jequitinhonha tem arte rica em formas, materiais e detalhes, confeccionada pelas mãos pobres e oprimidas, porém criativas, dos artesãos. O Jequitinhonha tem carne de sol e feijão tropeiro. Tem queijo e cachaça. O Jequitinhonha dá água na boca. E agora tem até Universidade Federal. E Viva o Vale do Jequitinhonha.

2 comentários:

Anônimo disse...

Boa constatação, Luis!
No município de Berilo, no Médio Jequitinhonha, onde cerca de 3 mil trabalhadores/ano vão corta cana em São Paulo, 8 carros-pipa eram alugados para abastecer as casas nas comunidades rurais, com mais de 10 mil habitantes.Um programa bancado pelo DNOCS reduziu ao aluguel de apenas 01 caminhão-pipa. Segundo o prefeito Lázaro Neves, em 2008 todos os habitantes terão água em suas casas. É o verdadeiro Água para Todos, da prefeitura em parceria com o Governo Lula.

O norte de Minas pode fazer reflexão semelhante. Na seca de 2007 não se viu flagelados saqueando supermercados, armazéns ou batendo nas portas das Prefeituras. Não é tudo, mas já é um avanço.

E ainda tem políticos hipócritas e mídia subserviente aos interesses do capital que vociferam contra o Governo Lula. Eles querem é que o povo se exploda!

Álbano Silveira Machado
albanomachado@hotmail.com

Anônimo disse...

o pessoal aqui relata da pobreza do vale mais é porque nao conhecem a pobreza do Maranhao que equivale a toda a pobreza do Jequitinhonha, o problema é que os meios de comunicaçoes do Maranhao que sao controlados por pessoas que tem interesse em esconder do Brasil o que se passa por lá, infelizmente nao tem quem os acuda, e vao viver por mais algum tempo no esquecimento e na miséria, o vale do jequitinhonha esta conseguindo sair deste estado deploravél social, mais o Maranhao tao cedo nao sairá, que pena um povo receptivo e trabalhador digno e honesto que vivem por lá nao tem se quer oportunidade.