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17 de jun de 2009

Vale do Jequitinhonha tem obras do PAC

MIDIA CAOLHA NÃO VÊ E MENTE
Uma série de reportagens do Estado de Minas/Correio Braziliense indica o esquecimento dos grotões em obras e serviços do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal.
Nós, do Vale do Jequitinhonha e norte de Minas, é que vivemos nas grotas, segundo o olhar preconceituoso da mídia conservadora.
Os jornais incorrem em muitos erros. Deixam de citar a falta de investimentos históricos na infra-estrutura da região. Ao falar da crise nos municípios cita justamente Novo Cruzeiro que não teve perda do FPM, neste ano, em comparação ao ano passado.
Dos investimentos atuais deixa de fazer vários registros. É injusto e vesgo com o Governo Federal e o PAC. Não fazem referências ao projeto da Barragem de Setúbal, nos municípios de Jenipapo de Minas e Chapada do Norte, com investimentos de R$ 160 milhões, que tem o objetivo de viabilizar projetos sociais de irrigação e trabalhos voltados para a piscicultura. Não registram o Entreposto do Mel, em Turmalina, no Alto Jequitinhonha, que beneficia mais de 500 famílias, de 30 municípios. Deixam de citar a liberação de crédito a agricultores familiares, a 2% ao ano, pelo Banco do Brasil, no valor de 7 a 100 mil reais, atendendo a mais de 10 mil pessoas, na região. Não falam da disponibilização pela FUNASA, de R$ 400 mil, em média, para pequenos municípios investirem em abastecimento de água de comunidades rurais. Desconhecem a instalação do CEFET, em Araçuaí.
Miopia da mídia
Os jornais olham, mas não conseguem nos enxergar direito. Queremos mais do que o PAC nos oferece, é verdade. Olha uma pequena lista:
Reivindicamos o asfaltamento da BR-367, nos trechos entre Virgem da Lapa-Berilo-Chapada do Norte-Minas Novas e entre Jacinto-Salto da Divisa; Projetos que gerem renda para evitar a migração para o corte de cana; Lutamos para a Universidade Federal do Jequitinhonha e Mucuri atender os jovens da região, com um campi, no miolo do Vale, mo Médio Jequitinhonha e outro no Baixo; Queremos as riquezas minerais nas mãos dos garimpeiros e pequenos empresários da região e não com os donos de pesquisas do sub-solo, grandes empresas e multinacionais; Desejamos um Hospital Público e gratuito regional.
Nas próximas reportagens, esperamos que os grandes jornais não se esqueçam de nos consultar primeiro, antes de publicar grandes besteiras como verdades absolutas.
Fonte: Blog do Banu

2 comentários:

Anônimo disse...

A imprensa de Minas e do Norte de Minas é pior que o cocô do cavalo do bandido. A mesma teoria se aplica aos politicos de minas e do norte de minas que são seus donos. Esse negócio da midia é uma mafia uma que vez que um cidadão comum pede uma concessão é negada, quando é um politico sai na hora. O exemplo são os jornais, radios e TV de moc que saiu somente para politico safado.E defende o governo de dois safados, vagabundos Aécio e Tadeu.

o colecionador de ilusoes disse...

O VALE DO JEQUITINHONHA DISCUTE CANDIDATURA PRÓPRIA


Relegado por décadas a simples “bolsão” de votos dos canditados “copa-do-mundo”, que aparecem de 04 em 04 anos, o Vale do Jequitinhonha, com mais de 400.000 eleitores, começa a discutir a possibilidade de novamente ocupar uma vaga na Assembléia Legislativa, com indicação de nomes da região para compor o cenário político estadual. A necessidade de uma maior representação política da região, carente de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento, vem sendo discutida em diversas cidades do Vale, apoiado por movimentos sociais e políticos comprometidos com a mudança da realidade no Vale. A adesão de setores da Igreja Católica Progressista e alguns grupos Evangélicos mostram a preocupação ecumênica de uma nova realidade no Vale, onde o compromisso com a base popular leve à formulação de projetos voltados para o desenvolvimento da região. Dr. Jean Freire, vereador do PT, Médico em Itaobim,com atuação em Almenara, Araçuaí, Medina, Monte Formoso, Coronel Murta e Virgem da Lapa, é um dos filhos do Jequitinhonha empenhados na mudança desse paradigma. Em algumas cidades do Vale, segundo ele, a “briga” política se arrasta há anos, normalmente entre duas facções políticas, onde as discussões de propostas desenvolvimentistas são deixadas de lado, ainda existem grupos que se sentem “amarrados” ao “Deputados de fora”, que através de pequenas emendas e alguns favores menores, conseguem dar um “nó” no desenvolvimento local, através do loteamento eleitoral. Reservadas as raras exceções, alguns já chegam a sentir-se “donos” do rebanho amontoado pelos chefes políticos, como gado para corte. Neste cenário, uma candidatura “própria” surge com um “divisor de águas”, o que pode levar ao surgimento de uma “terceira via” em alguns locais, que passe pela formação de novos grupos, idealizados com o objetivo de discutir uma nova realidade, e isso pode levar a um maior equilíbrio entre as forças políticas nas próximas eleições municipais, com o surgimento de novas lideranças. Alguns setores ligados à produção rural, ao comércio, à saúde, à educação, ao esporte, à cultura e ao meio-ambiente vêem também a necessidade urgente da formulação de políticas públicas que possam nortear a atuação parlamentar, seria como se estivéssemos colocando em prática o tão discutido “voto distrital”, proposta política tão sonhada pelas regiões menos favorecidas do país, mas que espera, adormecida nas gavetas dos deputados majoritários. Conhecido do país inteiro como o “Vale da Miséria”, o Vale do Jequitinhonha espera que seus filhos se mobilizem para a esperada mudança, cujo objetivo principal é a retomada das rédeas, num galope ligeiro rumo ao Vale da esperança, Vale das oportunidades. Recentemente perdemos os rumos sobre a proposta de criação de uma unidade de beneficiamento de Biodiesel da Petrobrás no Vale, que nos traria cerca de 6000 empregos, acabou indo para Montes Claros. A UFVJM - Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri veio, mas os Campus ficaram um pouco fora da nossa rota (um em Diamantina, outro em T.Otoni). Isso tudo é mera coincidência? Ou falta de representação política? Tivemos muitos avanços na era LULA, isso é indiscutível, mas poderíamos ter mais se tivéssemos mais bem representados na esfera política. Neste novo cenário atual, espera-se que a classe política do Vale do Jequitinhonha acorde para uma nova realidade onde os “nós” que nos amarram e nos deixa vinculados a essa dependência sejam desamarrados, dando-nos assim a liberdade para planejar nosso futuro. É esperar para ver.

Higino Pedro


“Desperta, Vale do Jequitinhonha, os teus filhos vão olhar por ti”.(Saulo Laranjeiras)