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9 de jan de 2009

Corrupção da Cemig

Ação Popular comprova reportagem do Novo Jornal sobre irregularidades praticadas pela Cemig na compra da Light
Após dois anos da publicação de reportagem do
Novo Jornal, relatando as irregularidades praticadas pela Cemig na compra da estatal de energia fluminense Light, o assunto chega finalmente à Justiça mineira.
No intuito de intimidar, os sócios da RME, dentre eles a Cemig e Construtora Andrade Gutierrez, contrataram na cidade do Rio de Janeiro o mais caro escritório de advocacia do País, pertencente a Sérgio Bermudes, para processar o portal jornalístico.
O Novo Jornal arguiu a exceção da verdade e juntou aos autos toda documentação que comprovava as irregularidades apontadas na matéria. Após a apresentação da documentação pelo Novojornal, a ação até então ágil literalmente parou, estando sem movimentação há quase um ano.
Mudando de estratégia, a concessionária passou a distribuir matérias na grande imprensa na tentativa de criar uma versão de legalidade à operação. Porém, esbarrou na veracidade dos fatos, obrigando os grandes veículos a não falar sobre o assunto, principalmente diante do envolvimento da Rede Globo.
Desta forma, o assunto permaneceu adormecido no quarto trimestre de 2007 e por todo ano de 2008.
Ciente das irregularidades denunciadas pelo Novo Jornal, o Ministério Público de Minas abriu um inquérito e o encerrou alegando nada ter encontrado de irregular na operação. Este inquérito foi presidido por um promotor especialista em assuntos da Cemig.
Diante da paralisação do processo no Rio de Janeiro e em vista da falta de apetite do Ministério Público mineiro em investigar, o diretor responsável do Novojornal ajuizou Ação Popular n°. 002408008068-2 na 3ª Fazenda Estadual do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Tendo sido determinada a citação dos denunciados, porém negada em primeira instância o pedido de liminar bloqueando os bens dos denunciados, estando pendente de julgamento o recurso apresentado em 2ª instância.
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