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15 de mai de 2008

CORDEL MINERO - De como Aecím completa os trabaios de FHC

1. Belzonte, quem diria,
Que ocê viria um dia
Se transformá de capitá
Num bitelo arraiá
2. Nos araiá os homes mandam
De dotô a coroné
Com’é triste a sina lá
Nóis dicá sabe cumé.
3. Um coroné se ajunta
C’um coroné maió.
Aí, uai, a gente sabeQue nóis levemo a pió.

1. LIBERTAS QUÆ SERA TAMEN
Faz um triango do bem
Triango é coisa de Deus
Pai, fio e o espírito amém.
2. Do triango das Bermudas
Todo mundo qué saí
Do triango amoroso
O gostin é bão sinti.
3. O triango tambeim serve
Pros dinhero se lavá...
Mas triango na política
Tem trem pra se ocurtá.
4. Qui tão ocurtano os treis
O Aéço, o Márcio e o Pimenté?
Dum trem nóis tem certeza:
Num é coisa de muié.
5. Antão será coisa de dinhero?
Isso num dá pra pensá
Os moço são honesto
Num tem alma pra negociá.
6. O certo antão sô moço
Que cada quar tem seu prano
E oceis da capitá
Vão purgá por quatro ano.
7. E nóis do resto de Minas
E dos otro estados forero
Vamo vê o Pimenté
Guvernadô dos minero.
8. De quebra vai o Aecim,
Todo bunito e facero,
Presidente da república
Vendê o Brasi prusistrangero

Um comentário:

Anônimo disse...

PARA ONDE VAI O PT? E O “PETISMO” VAI JUNTO?



Se os interesses que motivaram as nossas lideranças petistas fossem, pelo menos, os que refletem o “bairrismo”, ao tentarem nos enfiar “goela abaixo” a aliança com o PSDB do Aécio Neves, do FHC, do Serra – belicosos adversários do PT – para a sucessão de dezesseis anos na capital do Estado, poderíamos supor que é uma reação ao predomínio dos paulistas no poder nacional. Quer dizer, uma repetição, 78 anos depois, do levante dos mineiros que se uniram em armas aos gaúchos e paraibanos, para derrubar a Velha República, porque os barões do café não cumpriram o pacto com os fazendeiros do leite, da política da dobradinha “Café com Leite”.



Mas não são nem elevados e nem medianos os interesses que atam acordos dessa natureza. É a Velha República que revive, reatualizando o persistente coronel nas figuras emblemáticas de lideranças, que a militância petista criou nas últimas três décadas, pensando estar enterrando o “coronelismo”.



O “Petismo”, nesta hora que antecede às eleições municipais, deve ter em mente que ainda não está tão habituado às decisões de cúpulas, às alianças pragmáticas e não programáticas e aos oportunismos de suas personalidades. E também não percebeu que o PT caminha para se tornar um partido da “Velha República”, se não for reatada a organicidade com a base social que lhe deu vida e vigor para mudar o Brasil. Quer dizer, respeito à base.



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