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26 de ago de 2010

Caixa 2 pode inviabilizar campanha de Hélio Costa

Mesmo após condenado pela Justiça e opinião pública, grupo político continua mantendo práticas consideradas ilícitas. A impunidade incentiva



Inacreditável o que continua ocorrendo através de um grupo político, que nestas eleições migrarão para a campanha de Hélio Costa ao governo de Minas Gerais.
Depois de quase provocarem o impeachment do presidente Lula em seu primeiro mandato, devido aos diversos esquemas irregulares montados nas áreas do governo federal, que culminou com o Valerioduto e Mensalão, esse grupo finalmente voltou a seu ninho. Pois nascera em Minas Gerais.
A forma de agir desse grupo, embora considerada nova, em nada difere do praticado no período dos institutos: IAPI, IAPTEC, IPASE, etc, montado entre o período de Getúlio Vargas e João Goulart, por Segadas Vianna.
Alguém como o atual José Dirceu, com nova designação e utilização do poder dos atuais “Fundos de Pensão”, outrora “institutos de pensão” no tecido econômico nacional.
A quantia em dinheiro que é arrecadada nacionalmente e aplicada por esses fundos mensalmente ultrapassam e muito a arrecadação de estados como Minas Gerais.
Seus “investimentos” espalham-se em empresas e fundos, principalmente do grupo Daniel Dantas, Andrade Gutierrez e outros.
O setor de telefonia, concessões e outros gigantes estão nas mãos destes institutos em sociedade com empresas pertencentes aos “barões” do atual governo.
As principais obras de ferrovias, hidrovias, hidroelétricas são financiadas por esses fundos.
“Empresas como Andrade Gutierrez são apenas “mega lavanderias” e “gigantescas fábricas de citricultoras” em um mercado, que até agora não conseguia penetrar em Minas Gerais”.
A aceitação dessa parceria foi o preço pago por Hélio Costa para ter sua campanha financiada.
Ocorre que esse grupo tem sua própria metodologia para viabilizar dinheiro. O caixa 2 não é uma exceção, é uma prática.
A moeda principal desse grupo são os “benefícios”, distribuídos sempre “por fora”.
Evidente que essa moeda é rejeitada por um plano de contas rígido, montado pela Justiça Eleitoral procurando o máximo de seriedade.
Quem assiste ao desenvolver da campanha em Minas Gerais percebe a dificuldade que a aliança PMDB/PT, tem para colocar a “campanha na rua”.
A Justiça Eleitoral mineira mudou e a fiscalização atualmente é enorme.
A dificuldade do PMDB e PT continua sendo a mesma. Como contabilizar os “benefícios” se todos vêm por caixa 2.
Em tramitação no TRE-MG uma enorme investigação a respeito da utilização em campanha pelo candidato de aeronaves antes da autorização para que o candidato pudesse arrecadar recursos e doações. Segundo acusação, houve caixa 2.
A defesa apresentada pelo advogado da coligação PMDB/PT, Dr. Mateus Moura é que: Quem estava pagando as aeronaves era o partido, não o candidato.
Evidente que essa é uma excelente justificativa, porém, necessário outra pergunta. Se o partido foi quem pagou, o beneficiado certamente foi o candidato, que recebeu tal benefício como doação.
Ocorre que nem doação o candidato naquele período poderia receber.
Fonte: Novo Jornal

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