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15 de nov de 2009

Lula se emociona ao lembrar da morte de sua primeira mulher

O presidente Lula foi o entrevistado do jornalista Kennedy Alencar no “É Notícia” neste domingo na Rede TV!. Programa gravado, em Brasília, na última quinta-feira. Entre outras revelações no campo político, Lula se emociona ao lembrar da morte de sua primeira mulher. LOURDES, O 1º AMOR DE LULA
A história de Maria de Loures da Silva, a Lourdinha, primeira mulher de Lula, foi contada, com exclusividade, para o HOJE EM DIA:
“O senhor é o senhor Luiz?”, perguntou o médico. “Sou”, respondeu o rapaz.
O senhor precisa ser forte para ouvir o que vou dizer. “Seu filho nasceu morto.
É preciso ser mais forte ainda, porque sua mulher também morreu”.
Assim Lula recebeu a notícia da morte de Maria de Lourdes. Era manhã de segunda-feira, 7 de junho de 1971. Lourdes, nascida na zona rural de Montes Claros, foi, como Lula, retirante da mesma seca de 1952. Unidos pelo destino, se conheceram em um bairro pobre de São Paulo, onde eram vizinhos.
Lula, até hoje, está convencido de que as mortes de sua primeira mulher e do filho foram causadas por negligência. Leia + Aqui
No primeiro bloco da entrevista, Lula chorou ao responder qual havia sido o momento mais difícil de sua vida antes das candidaturas presidenciais: falou que foi a morte da primeira mulher, Lourdes, grávida de sete meses, em 1971. O presidente disse que talvez exagere ao lembrar as qualidades de sua mãe, dona Lindu, mas disse que se lembrava de modo especial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o mensalão foi uma tentativa de "golpe" da oposição para derrubá-lo: "Foi uma tentativa de golpe no governo... Foi a maior armação já feita contra o governo", disse ao programa "É Notícia", da RedeTV!, neste domingo (15).
Lula disse ter "desconfiança" da relação entre o PT e o publicitário Marcos Valério, insinuando suposta armação na aproximação entre o seu partido e o operador do escândalo de corrupção política que marcou o primeiro mandato do petista: "Marcos Valério não vem do PT, vem de outras campanhas".
Lembrado de que Valério emprestou dinheiro ao PT, que o repassou a deputados aliados, Lula mantém a versão de que o mensalão não existiu, mas evitou falar mais: "Depois que eu deixar a Presidência vou querer me inteirar um pouco mais disso, mas, como presidente, não posso ficar futucando", disse.
Ele disse que nunca recebeu, à época do mensalão, em 2005, uma proposta para desistir de se candidatar à reeleição ou de renunciar, mas afirmou que foi alertado por um interlocutor de que a oposição queria patrocinar o seu impeachment.
A respeito das críticas recentes do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em artigo nos jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo", nas quais o tucano falava em risco de "subperonismo", Lula disse que seu antecessor é um "poço de mágoas" e que tem "inveja" dele.
Disse que o PSDB não se conforma de um "peão" fazer um governo melhor que o de FHC. Disse que imagina ainda ter uma relação pessoal de amizade com o tucano, mas que politicamente estão estremecidos.
Lula não quis responder diretamente a um comentário do cantor Caetano Veloso em "O Estado de S. Paulo" --o de que Marina Silva "não é analfabeta como o Lula, que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro".
Lula reagiu com ironia. Disse que a resposta a Caetano ele dera na noite de anteontem, ao colocar um CD de Chico Buarque para ouvir. Chico é seu cantor preferido --os atores são Antonio Fagundes e Fernanda Montenegro. A cantora, Marisa Monte. Ao falar do filme preferido, "Cinema Paradiso", brincou: disse que esperava que o predileto viesse a ser "Lula, o Filho do Brasil", que terá pré-estreia na semana que vem.
Lula disse que a população entendeu sua metáfora da necessidade de fazer alianças para poder governar: "Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão".
O petista disse que a expressão "nunca antes neste país" não seria injusta com governos anteriores porque alguns de seus feitos são inéditos.

2 comentários:

Anônimo disse...

É realmente uma lição de vida, pena que o "CARA" não aprendeu e mulheres e crianças ainda morrem no nosso sistema de saúde sucateado pelo governo MAIS corrupto da história do Brasil. Ao contrário de Lula eu aprendi uma lição, em matemática quando uma unidade se soma a outra usamos o símbolo de + (MAIS). Portanto, Governo do PT + Sarney + Collor + Jader Barbalho + Maluf + Renan Calheiros = Governo mais corrupto da história.

Anônimo disse...

Colunistas sociais: direitonas de platão.


Ricardo Junior, em seu blog, colocou "fatos" para incriminar a Ministra Dilma. Quem são os colunistas socias? pessoas que sobrevivem as custas da elite burra, e da desgraça do povo. Acham que entendem de política, mas não passam de meros cabos eleitorais. Como Lula não nasceu em berços de ouro, veio da camada baixa da população, retirante da mazelas sociais criadas pela elite nordestina, que venceu as lutas sociais no Estado de São Paulo, chegando ao cargo de lider sindical, deputado e presidente da República Federativa do Brasil. Isso deixou a elite brasileira irada? claro que sim, uma vez que a imagem "vendida" seria que somente alguém da elite intelectual poderia ser presidente. Mesmo o Lula não sendo um intelectual letrado, ele tem uma grande bagagem de conhecimento de vida adquirida ao longos dos anos, e que seu governo colocou muito governo de itelectual no "bolso". O Lula construiu um projeto de desenvolvimento para o Brasil, no setor econômico, social e político, ou seja, um governo que administra para todas as camadas sociais. O sucessor, indicado por Lula, é uma oportinidade para dar continuidade o processo de desenvolvimento no Brasil. Os colunistas sociais são pessoas retrogradas que querem um país do atraso, miseravel, como sempre foi. E que começou a mudar nos ultimos anos. Os colunistas sociais não conseguiram derrubar a Ministra Dilma, porque, estão próximos da elite a milhões de léguas do povo. Dilma presidente já.